Imobiliária em Campinas

Um potencial a ser explorado

em: Provectum

Um estudo feito pelo professor universitário Luiz Marins para a Provectum Imóveis nos releva um dado bastante importante sobre a economia regional. Hoje, os 19 municípios que integram a Região Metropolitana de Campinas (RMC) somam um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 32,258 milhões. Mas o mais importante é que este valor coloca nossa região, se ela fosse um país, como o 77º PIB do mundo dentre as 192 nações reconhecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU). Somente toda a riqueza que é gerada pela cidade de Campinas a colocaria na 106ª posição se fosse um país independente, à frente de muitos países.

Portanto, você que pretende comprar, alugar ou fazer negócios na região, fique atento a estes números interessantes. Eles mostram o verdadeiro potencial que temos no mercado mundial.

Segmento de locação na RMC continua aquecido

em: Provectum

Para quem acha que todo o mercado imobiliário na região de Campinas está desaquecido, reflexo da paralisação de obras já iniciadas e retração de lançamentos, está enganado. O segmento de locação de imóveis continua bastante aquecido. No mês de janeiro, a Provectum Imóveis registrou recorde de contratos assinados para este mês do ano, em 25 anos de história na cidade de Campinas.

Segundo balanço da empresa, que conta com diversas unidades por vários bairros da cidade, no mês passado foram fechados 130 contratos de locação, principalmente unidades de apartamentos. “Estamos comemorando estes números, os melhores desde que iniciamos nossas atividades em Campinas”, diz o presidente da Provectum Imóveis, Luiz Bueno.

Além da chegada de novos universitários com o inicio do ano letivo, outro fator que tem contribuído para que este segmento se mantenha efervescente é a vinda de muitos profissionais de outras cidades, estados e países para trabalhar nas empresas da região.

De acordo com Bueno, não é somente a locação que está forte neste inicio de ano. As vendas de imóveis usados seguem a mesma trajetória. “Sem novos lançamentos, famílias buscam unidades novas, conservada e em boas localizações para adquirir uma casa ou apartamento, sem falar dos investidores que buscam investir seu dinheiro em uma aplicação segura e com retorno garantido”, garante o diretor do Grupo.

Cresce total de pessoas que alugam imóveis na RMC

em: Provectum
Fonte: Jornal Todo Dia
O nú­me­ro de do­mi­cí­li­os alu­ga­dos na RMC (Re­gião Me­tro­po­li­ta­na de Cam­pi­nas) au­men­tou 63% en­tre 2000 e 2010. Os da­dos co­le­ta­dos pelo IBGE du­ran­te os dois úl­ti­mos cen­sos de­mo­grá­fi­cos in­di­cam um sal­to de 120.617 para 196.649 nos es­pa­ço de 10 anos. Para gru­pos fa­mi­li­a­res com ga­nho de até 10 sa­lá­ri­os mí­ni­mos as op­ções de fi­nan­ci­a­men­to ain­da são mais di­fí­ceis e dis­pen­di­o­sas que gas­tar com alu­guel. Essa se­ma­na, o To­do­Dia pu­bli­ca a pri­mei­ra de uma sé­rie de qua­tro re­por­ta­gens es­pe­ciais so­bre o de­sen­vol­vi­men­to imo­bi­li­á­rio na úl­ti­ma dé­ca­da na RMC. 

Os imó­veis alu­ga­dos re­pre­sen­tam 22,55% do to­tal, mas a par­ti­ci­pa­ção au­men­tou em com­pa­ra­ção ao ano 2000, quan­do re­pre­sen­ta­va 18,29% do nú­me­ro to­tal de ca­sas. O cres­ci­men­to ocor­re em pa­ra­le­lo ao pe­rí­o­do em que as ca­sas pró­pri­as vol­ta­ram cres­cer, mas ao mes­mo tem­po tor­nam-se cada vez mais ca­ras na RMC (leia tex­to abai­xo). 

O eco­no­mis­ta Flá­vio Ra­mos, mem­bro do Ibef (Ins­ti­tu­to Bra­si­lei­ro de Exe­cu­ti­vos de Fi­nan­ças), afir­mou que fa­mí­li­as com mais de cin­co mem­bros não con­se­guem en­con­trar imó­veis com bons pre­ços. “Mui­tas des­sas fa­mí­li­as não en­con­tram imó­veis com mais de dois quar­tos e pelo me­nos 70 me­tros qua­dra­dos, em pre­ços es­tá­veis. Sem fa­lar que o re­a­jus­te do pre­ço do alu­guel é sig­ni­fi­ca­ti­va­men­te me­nor que os ju­ros do fi­nan­ci­a­men­to”, dis­se. 

Ra­mos ex­pli­cou que os fi­nan­ci­a­men­tos não são aces­sí­veis às fa­mí­li­as com ren­da de até 10 sa­lá­ri­os mí­ni­mos. “Nos gru­pos de cin­co a 10 sa­lá­ri­os as ta­xas de ju­ros va­ri­am en­tre 11% e 14%, além de ser exi­gi­do um his­tó­ri­co fi­nan­cei­ro de boa per­for­man­ce”, dis­se. A par­ce­la de en­tra­da dos fi­nan­ci­a­men­tos tam­bém se tor­na um em­pe­ci­lho para as aqui­si­ções.” 

ALU­GUEL 

O tu­ris­mó­lo­go Edu­ar­do Melo, 29, vive com a mu­lher em um apar­ta­men­to alu­ga­do em Cam­pi­nas e con­si­de­ra que a casa pró­pria ain­da seja um “so­nho dis­tan­te”. Melo dis­se que já son­dou uma cons­tru­to­ra so­bre o pre­ço dos apar­ta­men­tos na re­gião cen­tral de Cam­pi­nas, mas não se ani­mou. “Pro­cu­rei por cu­ri­o­si­da­de sa­ber quan­to cus­ta­ria um apar­ta­men­to que está sen­do cons­tru­í­do em um bair­ro pró­xi­mo ao meu apar­ta­men­to, mas está fora de co­gi­ta­ção. O va­lor era R$ 300 mil, mas com os ju­ros vai para R$ 500 mil”, dis­se. Ape­sar do au­men­to de op­ções, Melo afir­mou que a aqui­si­ção não está nos pla­nos.

RMC terá casas bancadas por SP e União

em: Provectum

THIAGO ROVÊDO - Jornal Todo Dia

A RMC (Região Metropolitana de Campinas) está entre as beneficiadas no termo de cooperação assinado pela presidente Dilma Rousseff (PT) e o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), que viabiliza a construção de 100 mil moradias populares no Estado, por meio da Agência Casa Paulista, do Estado, e do programa Minha Casa Minha Vida, da União. As moradias serão destinadas a famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil, priorizando atendimento aos moradores de favelas, mananciais, áreas de risco e rurais.

A parceria atenderá, prioritariamente, as quatro regiões metropolitanas do Estado: São Paulo (39 cidades), Baixada Santista (9), Campinas (19), e Vale do Paraíba e Litoral Norte (39), que, juntas, respondem por 70% do deficit habitacional paulista.

Para a construção das unidades, serão investidos R$ 8,04 bilhões, sendo R$1,9 bilhão do Estado e R$ 6,145 bilhões do governo Federal. Os recursos estaduais serão repassados por meio da Casa Paulista, lançada pela Secretaria Estadual da Habitação em setembro de 2011. A estimativa é gerar 340 mil empregos diretos e indiretos.

“Não é todo dia que se assina convênio de R$ 8 bilhões. Mais importante é para onde esse recurso se destina: casas e apartamentos para quem ganha até R$ 1,6 mil. Quem ganha um salário mínimo vai poder realizar o sonho da casa própria. Prioridade para as famílias em área de risco, área de favela, cortiço, áreas de mananciais, mas especialmente para os de menor renda”, afirmou o governador.

PRAZO

De acordo com a parceria, das 97 mil unidades que serão construídas até 2015, 83 mil serão financiadas com recursos do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial). Outras dez mil serão edificadas em parcerias com entidades e associações e quatro mil serão viabilizadas em áreas rurais.

“O governo do Estado de São Paulo não tem como fazer tudo sozinho, por isso precisamos estabelecer parcerias entre as três esferas de governo e com a iniciativa privada, somando recursos e esforços para o atendimento da população”, declarou o secretário de Estado da Habitação, Sílvio Torres.

As famílias contempladas, com renda mensal de até R$ 1,6 mil, pagarão pelo imóvel 120 prestações mensais, limitadas a 10% do rendimento. O valor mínimo da prestação será de R$ 50 e máximo de R$ 160. As contribuições serão destinadas ao ressarcimento do FAR.

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