Imobiliária em Campinas

Como funciona o crédito imobiliário

em: Mercado

Especialista Augusto Ferrari Neto explica os fundamentos que permeiam o financiamento de imóveis. Entenda o que é amortização, contrato de gaveta e mais!

Crédito imobiliário cresce 34% no primeiro semestre

em: Mercado

O primeiro semestre de 2013 trouxe ótimas notícias para o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). 

Crédito imobiliário deve representar 10% do PIB em até 4 anos

em: Provectum
Fonte: Info Money

SÃO PAULO – O crédito imobiliário continuará se expandindo e sua participação no PIB (Produto Interno Bruto) do País deve dobrar nos próximos anos, de acordo com a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

“O País entrou em um movimento de crescimento contínuo, com taxas de juros consistentes, e isso fez com que o crédito imobiliário pudesse crescer. Atualmente nós temos o cenário adequado para que o crédito imobiliário possa atingir cerca de 10% do PIB nos próximos 3 ou 4 anos”, disse o presidente da entidade, Octavio de Lazari Junior.

Atualmente, o crédito imobiliário representa 4,7% do PIB nacional, o que, segundo o executivo, é um número baixo. “Isso é muito pequeno em relação a países da própria América do Sul, como o Chile, em que o crédito imobiliário significa 16% do PIB”, diz.

Expectativas de crescimento

O financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança deve crescer em 2012, embora em um rítmo menor do que no ano passado. “De acordo com as variáveis econômicas, como crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e inflação, esperamos que o crédito imobiliário no País cresça em torno 30% este ano”, disse de Lazari Junior.

Em 2011, o valor dos empréstimos com recursos da poupança cresceu 42% para R$ 79,9 bilhões, novo recorde histórico no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo).

No mesmo período, o saldo das cadernetas de poupança no SBPE cresceu mais de R$ 30 bilhões, passando de R$ 299,9 bilhões em dezembro de 2010 para R$ 330,6 bilhões em dezembro de 2011.

Desemprego baixo impulsiona crédito imobiliário em 2012

em: Provectum

Fonte: REUTERS
SÃO PAULO - O crédito imobiliário no país deve crescer 30 por cento em 2012, alcançando recorde de 103,9 bilhões de reais, impulsionado por desemprego baixo e alta na renda, informou nesta quinta-feira a entidade que representa o setor, Abecip.

O valor considera apenas recursos da caderneta de poupança e exclui o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

"O cenário é muito favorável para crescimento do crédito imobiliário, não só em 2012", disse o presidente da Abecip, Octavio de Lazari Jr., se referindo ao aumento da massa salarial e à manutenção do baixo nível de desemprego.

Nesta quinta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a taxa de desemprego do país em dezembro caiu a 4,7 por cento em dezembro ante 5,2 por cento em novembro, o menor nível desde o início da série, em 2002 .

Em 2011, o financiamento imobiliário somou 79,9 bilhões de reais, crescimento de 42 por cento sobre o ano anterior, mas resultado abaixo do esperado pela Abecip, que esperava 85 bilhões de reais.

 

CEF totalizou R$ 81,8 bilhões em crédito imobiliário em 2011

em: Provectum
SÃO PAULO - Em 2011, a CEF (Caixa Econômica Federal) movimentou R$ 81,8 bilhões em operações de crédito imobiliário, o que representou 35% do total concedido pelo banco. Com isso, a CEF detém 75% do mercado no setor.

Na comparação com 2010, houve um crescimento de 4,6% em financiamento imobiliário.

No geral a CEF registrou um recorde de R$ 230 bilhões em crédito. O número divulgado nesta quinta-feira (5) ainda é preliminar, podendo ser ainda mais expressivo. O valor atingido é 12% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior, quando foram contratados R$ 205 bilhões em créditos totais.

Crédito comercial pessoa física e jurídica

Com relação ao crédito para pessoa física, o montante atingiu R$ 59,7 bilhões, com crescimento de 26,7% frente a 2010. Já o crédito para pessoa jurídica avançou 19,4%, atingindo o valor de R$ 65,7 bilhões. (INFO MONEY)

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