Síndicos paulistanos estão mais jovens, antenados e ecológicos

JULIANA SAYURI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A edição deste domingo (12) da sãopaulo traz uma reportagem sobre o perfil do novo síndico paulistano. Atualmente, 4 milhões vivem em condomínios verticais e horizontais da capital paulista. Governar essas microcidades é tarefa para cerca de 30 mil síndicos eleitos em assembleias que acontecem principalmente no primeiro trimestre do ano.
A enfermeira Priscilla Felix é síndica de um prédio na Vila Hamburguesa, na zona oeste da cidade, desde 2009
A reportagem ouviu dez especialistas no assunto. Eles garantem: o perfil do síndico paulistano está mudando. A reeleição ainda predomina em 70% dos prédios (mas há dez anos, a estimativa superava 90%). Entretanto, é cada vez maior o número de síndicos novatos (20%, o que corresponde a 1 em cada 5 edifícios residenciais da cidade).
O motivo? A acelerada verticalização da metrópole, com empreendimentos imobiliários novinhos em folha, que são assumidos por síndicos novos, mais criativos e antenados com questões como a valorização patrimonial, a transparência financeira total, a tecnologia e as iniciativas de sustentabilidade. É a política da boa vizinhança 2.0.