Imobiliária em Campinas

Com IGP-M em 7,46%, saiba calcular o reajuste do seu aluguel

em: Provectum

SÃO PAULO - O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial registrou, entre outubro de 2010 e setembro de 2011, variação acumulada de 7,46%. Logo, esse deve ser o reajuste dos aluguéis com aniversário em outubro, reforça o Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

Levando em conta somente o mês de setembro, a inflação medida pelo IGP-M (Índice Geral do Mercado), da FGV (Fundação Getúlio Vargas), oscilou em 0,65%.

Cálculo
Aplicado o reajuste do IGP-M, um imóvel alugado por R$ 1.200 até setembro passa a custar R$ 1.289,52 a partir de outubro, pelos próximos 11 meses.

Uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste, que, multiplicado pelo valor de locação vigente até setembro, indicará o valor do novo aluguel a ser pago efetivamente em outubro.

O Sindicato divulga um fator de multiplicação direta que corrige o valor do aluguel sem necessidade de cálculos de porcentagem. O fator para contratos com aniversário em outubro e pagamento ao final deste mesmo mês ou no início de novembro é de 1,0746.

Confira abaixo os fatores de reajustes de aluguel deste ano:
Contratos com aniversário em
Pagamento em
Reajuste
Dezembro de 2010
Janeiro de 2011
1,1027
Janeiro de 2011
Fevereiro de 2011
1,1132
Fevereiro de 2011
Março de 2011
1,1150
Março de 2011
Abril de 2011
1,1130
Abril de 2011
Maio de 2011
1,1095
Maio de 2011
Junho de 2011
1,1060
Junho de 2011
Julho de 2011
1,0977
Julho de 2011
Agosto de 2011
1,0865
Agosto de 2011
Setembro de 2011
1,0836
Setembro de 2011
Outubro  de 2011
1,0800
Outubro de 2011
Novembro de 2011
1,0746
Fonte: Secovi-SP


SP: cresce 85,76% a compra de imóveis usados em julho

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SÃO PAULO - De acordo com pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta quarta-feira (28), houve aumento de 85,76% nas vendas de imóveis usados, se comparado ao resultado de junho.
Quando analisadas as regiões de São Paulo, o maior percentual de vendas foi registrado na zona C, com 33,22% das vendas. Em seguida, aparece a zona A com 19,93% das vendas e a zona B, com 19,23%. As zonas com as menores vendas de julho foram a D e a E, com 16,78% e 10,84%, respectivamente.

Banco financia móveis em até 60 vezes

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Com plantas cada vez me­nores, o investimento em móveis planejados é a alter­nativa encontrada por con­sumidores na hora de mobi­liar o apartamento novo.
Os gastos mínimos com essa etapa representam 10% do valor do imóvel e podem ser parcelados em até 60 vezes nos bancos. Os juros variam de 1,98% a 3,80%.
Nas lojas, é possível fazer parcelamentos de até 12 ve­zes, no caso do valor à vista, ou de até 36 vezes, com juros médios de 3,19%, nas fi­nanceiras parceiras das lojas. O dinheiro pode ser usado na construção, na reforma, na compra dos eletrodomés­ticos ou na decoração.
O Itaú fornece crédito de até R$ 300 mil a seus clien­tes. Também voltado para os correntistas, o Banco do Bra­sil disponibiliza o valor má­ximo de R$ 50 mil. Já o Bra­desco, libera até 70% do va­lor do imóvel para clientes.
Para conseguir o financia­mento com a Caixa Econômi­ca Federal, não é preciso ter conta no banco. O valor-base emprestado é de R$ 30 mil.
Na compra dos móveis nas lojas conveniadas, a Losan­go, instituição financeira do HSBC, não limita o valor. No caso dos eletrodomésticos, o máximo é de R$ 20 mil.
Nas lojas credenciadas ou diretamente no banco, o Santander empresta de acor­do com a renda do cliente.
O economista, Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), ressalta a importância de "pesquisar no mercado" a melhor opção para o bolso.
Segundo Pierre Stauffeg­ger, presidente do Sindimov (Sindicato da Indústria do Mobiliário de São Paulo), nos últimos anos, os móveis fica­ram mais caros.

Metro quadrado construído em áreas nobres tem preços quase equivalentes a imóveis nos Estados Unidos

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O mercado imobiliário de Campinas vive um momento de euforia por conta da alta valorização dos imóveis. Nos últimos três anos, o valor do metro quadrado na cidade cresceu cerca de 40% segundo o Secovi-SP (Sindicado da Habitação de São Paulo) e em algumas regiões os preços se equivalem aos encontrados em cidades como Nova York e Miami.
Atualmente, o Secovi aponta que o preço médio do metro quadrado construído em Campinas é de R$ 5,5 mil, mas que chegam a até R$ 10 mil em áreas mais nobres, principalmente as comerciais, em bairros como o Cambuí. Os valores praticados em Campinas podem ser encontrados nas cidades norte-americanas segundo a consultoria financeira Life.
Segundo a Enter Brazil, empresa especializada em encontrar imóveis nos Estados Unidos para brasileiros, as áreas mais nobres dessas cidades ainda são mais caras, em Nova York até R$ 13 mil, em Manhattan, e em Miami R$ 12 mil em Downtown.
ESTABILIDADE
Para o vice-presidente da Habicamp (Associação Regional de Habitação), Douglas Vargas, os preços agora devem se estabilizar. “Nos últimos anos nós passamos por uma adequação dos preços, mas agora a tendência é de se estabilizar, com uma valorização natural e não mais especulativa”, previu Vargas.
A mesma opinião é compartilhada pelo especialista em planejamento financeiro da Life, André Novaes. “É preciso ter consciência que tal momento é passageiro”, disse Novaes.
Para ele, as construtoras estão aproveitando o momento para praticar preços mais altos do que os reais. “As imobiliárias, bancos e construtoras conhecem bem a dinâmica da compra de uma casa e estão praticando preços elevadíssimos. Campinas não é Nova York e haverá um reposicionamento nos preços e o que eu temo é que as pessoas estarão carregando financiamentos de 20 anos sem ter consciência de todos os eventos que podem acontecer ao longo deste prazo”, explicou.

Planejamento e orçamento para evitar dor de cabeça com as reformas de final de ano

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As festas de fim de ano se aproximam e muitas pessoas estão pensando em reformar a casa para receber amigos e familiares. Mas alguns cuidados tomados antes de começar a tocar a obras podem evitar surpresas e aborrecimentos. “É fundamental fazer um planejamento. É preciso compreender as reais necessidades da reforma e listar tudo o que se deseja realizar”, ensina a arquiteta e coordenadora do Clube da Reforma e de projetos da Associação de Cimento Portland (ABCP), Carina Saito.

Segundo Carina, com as necessidades e custos determinados é mais fácil planejar a obra e adaptar o orçamento para não faltar dinheiro no meio da reforma.

Outro passo importante para garantir o sucesso da reforma é a contratação dos trabalhadores que irão executá-la. A maneira mais comum para se chegar a esses profissionais é por meio de indicação. “Porém, antes de contratar procure referências, visite alguma obra realizada pelo profissional e avalie a proposta apresentada”, frisa Carina, lembrando que o ideal é fazer cotação com mais de um profissional e comparar as propostas.

Ela reforça que o pagamento deve ser feito em etapas combinadas e estabelecidas previamente para garantir que a reforma não seja deixada de lado.

Para o arquiteto Glaucio Gonçalves (foto), da Espaço Brasileiro de Arquitetura, um projeto bem detalhado e bem definido vai garantir a execução da obra dentro do prazo combinado. Para a elaboração desse projeto é necessário contratar um profissional da área, arquiteto ou engenheiro civil, que irá estabelecer todos as etapas do processo, além de definir o material a ser utilizado.

Gonçalves ressalta que como faltam praticamente 90 dias para as festas de fim de ano é importante fazer um projeto sem criar muitos detalhes que dificultem a execução da reforma e comprometam o prazo.

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