Imobiliária em Campinas

Índice que reajusta aluguel recua em maio, aponta FGV

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A inflação mensurada pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, variou 0,43% em maio, representando uma desaceleração ante abril (0,45%). No acumulado dos últimos 12 meses, a variação é de 9,77%, enquanto varia 3,33% no ano.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (30) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). A desaceleração do indicador surpreende positivamente o mercado que estimava variação 0,55% no mês e 9,90% nos últimos 12 meses.

O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) apresentou variação de 0,03%, ante 0,29% em abril.
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou variação de 0,90%, ante 0,78%, no mesmo período do mês anterior. As maiores contribuições vieram do grupos habitação (com elevação de 0,37% para 0,84%) e alimentação (passando de 0,87% para 1,09%).

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou variação de 2,03%, enquanto a de abril a taxa foi de 0,75%.

O IGP-M de maio foi calculada com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Planejamento prévio é essencial na hora de reformar imóvel

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Na hora de reformar um imóvel, a dica para não ter surpresas tanto no resultado final da obra quanto nos gastos é fazer um planejamento com mais detalhes possíveis.

Assim, o primeiro passo para uma obra de sucesso é definir com antecedência o quanto você pretende gastar, e, para que isso dê certo, mantenha-se fiel ao orçamento estipulado. O sócio-proprietário do Portal CasaeOferta, Hugo Mascarin, recomenda a elaboração de uma planilha detalhada, que deverá ser acompanhada durante todo o processo da obra.



Reforma ou construção?
Você também pode estar se perguntando até que ponto uma reforma vale a pena, ou seja, como escolher entre ela e a construção de um imóvel. Em relação ao projeto, a arquiteta Bruna Inforçato já adianta que a reforma vai exigir algo bem mais específico do que a construção de um imóvel novo exigiria, para que se consiga manter o orçamento estipulado no início da obra.

Por outro lado, a reforma permite que se mantenham as principais características e a originalidade da construção. Mascarim resume que a decisão entre um e outro vai depender sobretudo dos objetivos do interessado.

No caso de um imóvel residencial, cujo proprietário não tem interesse em utilizá-lo como investimento, pode valer a pena gastar um pouco a mais, se o objetivo for o conforto, por exemplo. Mas ele não deve esquecer que esse gasto a mais não necessariamente irá valorizar o imóvel na hora da venda.

Já para os imóveis comerciais, reformas podem representar bons investimentos.

Problemas e soluções
O proprietário da empresa Doutor Resolve, Wilian Duarte, lista os principais problemas encontrados na reforma de um imóvel antigo, sendo eles: infiltrações, calha, rachaduras, pintura e rede elétrica.

A atenção especial deve ser dada à pintura, uma vez que é o item mais caro do processo e também é a responsável por dar "cara nova" ao imóvel. Além disso, profissionais de pintura costumam ser raros no mercado.

A compra de materiais também é uma questão importante, já que estão entre os principais gastos para a construção ou reforma dos imóveis. Fazer uma pesquisa de mercado é sempre uma boa dica, mas avaliar a relação entre preço e qualidade do material é imprescindível, já que um produto barato pode ter baixa qualidade.

Fique atento também se o frete está incluído no preço e confira com calma todo o material, quando ele for entregue.

Imóveis terão ciclo positivo de 15 anos, prevê especialista

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Para o sócio-fundador da Brazilian Finance & Real Estate (BFRE), Fábio Nogueira, o mercado imobiliário brasileiro ainda está apenas no começo de um longo ciclo de crescimento. O executivo, que tem o bilionário americano Sam Zell como sócio na BFRE, acredita que mesmo eventuais turbulências e crises econômicas no futuro deverão tirar o mercado imobiliário da rota apenas momentaneamente porque o Brasil já teria as condições necessárias para um crescimento sustentado. A BFRE estrutura operações de financiamento imobiliário para pessoas físicas, incorporadoras e construtoras. Na entrevista abaixo, concedida à gestora de recursos Rio Bravo, Nogueira fala da expansão do crédito imobiliário no Brasil e dos aumentos dos preços:

Pergunta - Os imóveis no Brasil estão em alta já há anos e alguns investidores que entraram cedo no ciclo, como o Sam Zell, já venderam suas participações em empresas como a BR Malls e a Gafisa. Por mais que se acredite que os juros no Brasil ainda vão cair no longo prazo, a percepção de que a maior parte do ciclo já aconteceu está ficando inevitável. Com que cenário você trabalha em termos de valorização de imóveis no Brasil?
Nogueira - Nós ainda estamos no início de um ciclo que no setor imobiliário costuma ser longo. No Brasil, eles eram mais curtos porque a volatilidade não permitia durações superiores a três ou quatro anos. Agora há vários ingredientes que favorecem um ciclo superior a 10 ou 15 anos. O primeiro deles é o déficit habitacional. Os brasileiros compram para morar, e não para especular. No Brasil, quem quer especular pode fazer isso com instrumentos financeiros. Aqui as pessoas não apenas compram para morar como ainda pagam juros relativamente altos. Se você comparar os juros globais praticados no credito imobiliário com as taxas brasileiras de 9% a 12% ao ano, vai ver que pagamos no mínimo o dobro do que é cobrado globalmente
.
Por outro lado, os imóveis que exigiam comprovação de renda de 4.000 reais por mês há alguns anos agora podem ser financiados por quem ganha 1.500 reais. Não existe o risco de que esse crédito fácil vire um novelo de inadimplência lá na frente?
Nogueira – Não, ao menos nesse atual cenário. Isso é fruto da ampliação de prazos de financiamento. Errado era o que o Brasil praticava. Os bancos financiavam imóveis em no máximo 10 ou 15 anos e o brasileiro, por não gostar de dívidas, tomava um credito com um prazo ainda inferior. Agora quando você estende isso para até 30 anos, que é algo normal em se tratando de credito imobiliário, é lógico que a prestação cai e a necessidade de comprovação de renda também.

Não há um critério de concessão de crédito mais benevolente?
Nogueira - Não. Se tem uma coisa que o Brasil aprendeu foi fazer concessão de crédito de maneira muito regrada. Ninguém gasta mais de 30% da renda familiar com a prestação imobiliária. O normal é ficar entre 20% ou 25%. E ninguém financia mais do que o valor do bem, enquanto no exterior era liberado até 120% do preço do imóvel. Como quem toma o crédito aqui coloca em média 38% do valor do imóvel como entrada, a pessoa é cuidadosa porque tem esse tanto a perder.

Provectum Imóveis lança ferramenta para

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Sempre antenada nas tendências de mercado e inovações que melhorem seu relacionamento com os clientes, a Provectum Imóveis, com oito unidades instaladas em Campinas e 24 anos de mercado, amplia sua força de comercialização com a criação de um canal de vendas dentro do Facebook - uma das mais populares redes sociais do mundo. A imobiliária divulgará ainda imagens e vídeos dos produtos na rede social.

Ao acessar a página da Provectum na rede de relacionamento, a pessoa tem a opção de “curtir” para compartilhar o imóvel e pesquisar imóveis diretamente dentro do Facebook, sem o incômodo de sair de sua casa ou trabalho para iniciar a negociação de compra ou aluguel do imóvel desejado. Além do Facebook, a imobiliária também disponibiliza aos seus clientes outras ferramentas, tais como o Ligue Grátis e atendimento online

Segundo Luiz Bueno, diretor da Provectum, a nova ferramenta é parte de um plano que reformula e intensifica a presença da empresa na internet, na qual está presente há alguns anos, através das redes sociais e da TV Provectum, uma novidade implantada pela própria empresa no mercado imobiliário da Região Metropolitana de Campinas (RMC).

“A empresa tem um histórico de buscar sempre os melhores caminhos para satisfazer seus clientes, e estar presente nas mídias digitais foi uma forma que encontramos para atender as necessidades de nosso público alvo, cada vez mais ligados nas últimas tendências tecnológicas”, explica Bueno.

Venda de imóveis usados em SP sobe 7,1% em março

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A venda de imóveis usados cresceu 7,14% na cidade de São Paulo em março na comparação com fevereiro, segundo a pesquisa mensal do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Conforme o levantamento, no período foram vendidos 254 imóveis, o que representa uma alta no índice de 0,4878 para 0,5226. Para a pesquisa foram consultadas 486 imobiliárias na capital.



Para José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP, mesmo crescendo menos que em fevereiro, quando foi apurada alta de 35,77% sobre janeiro, o resultado é positivo na medida em que ajuda a quebrar o "paradigma do carnaval", que é considerado pelas imobiliárias como uma "semana vazia".

No período, a maioria dos imóveis foi venda à vista, opção que representou 52,76% dos contratos fechados nas imobiliárias consultadas. Os financiamentos somaram 45,67% do total vendido; os consórcios, 1,18%; e as vendas feitas com pagamento parcelado pelos proprietários dos imóveis, 0,39%. Os apartamentos foram os preferidos dos paulistanos, com 70,87% do total vendidos; casas representaram 29,13%.

No mesmo intervalo, o preço dos imóveis usados caiu em média 2,13%. De acordo com a pesquisa, os mais vendidos na capital (66,1%) foram os de valor médio superior a R$ 200 mil. O preço médio do metro quadrado aumentou 47,36% no período, passando de R$ 3.589,74 para R$ 5.289,83.

A maior alta foi registrada em apartamentos simples, de padrão standard, com idade média de construção variando entre 8 e 15 anos e localizados na Zona B (Aclimação, Brooklin e Alto de Santana). A maior queda de preço, por sua vez, foi informada em imóveis da Zona C (bairros como Lapa, Mandaqui e Vila Mascote). 

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