Imobiliária em Campinas

Imóvel usado com até sete anos atrai quem quer comprar novo.

em: Provectum
Nem todo mundo que procura um imóvel com cara de novo tem paciência para esperar ele ser construído ou surgir uma unidade disponível em bairros disputados de São Paulo. Outros temem o atraso na entrega das chaves.

Com isso, os imóveis seminovos -que têm até sete anos, segundo classificação do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis)- tornaram-se uma boa opção para quem busca plantas contemporâneas.

O preço do metro quadrado dos de padrão médio subiu 31,53% de 2008 a 2010 na capital, segundo dados do Creci-SP levantados pela Folha. "A alta foi superior à média dos últimos anos e se deve à baixa oferta desses imóveis no mercado", diz o presidente do conselho, José Augusto Viana Neto.

A valorização ainda não atingiu a de usados em geral, que foi de 83,5% no mesmo período, segundo o Creci-SP (leia mais na página 4).

Para Viana Neto, a configuração da planta de unidades construídas mais recentemente é o maior atrativo. Apesar de preverem quartos menores, têm varanda ampla e espaço de lazer.

Anúncios de bons resultados

em: Provectum
Começar o ano com a equipe entrosada e embalada pelos excelentes resultados no mês de janeiro. Foi assim que o diretor da Provectum, Luiz Bueno abriu o Café da Manhã, no Hotel Nacional Inn. “Esse evento cria uma garra”, disse Bueno.

Em 2011, a Provectum planeja bater todos os recordes. A base para a afirmação vem da excelente performance no mês de janeiro, com negociações de 3,5 imóveis por dia. “Nunca antes, no mês de janeiro, tivemos um desempenho tão bom”, comemora Bueno.

O evento também serviu para apresentar os novos corretores da empresa e avaliar o resultado de 2010. E foi a união e o treinamento dessa equipe de 110 corretores, com o apoio dos 55 funcionários do administrativo, que resultaram no crescimento de 30% no ano.

Já para 2011, o objetivo é alcançar os R$ 180 milhões em vendas e R$ 650 mil locações. “Só a Provectum faz isso. Considero fantástico o crescimento em 2010 e tenho certeza que esse ano vamos alcançar a meta”, afirma o diretor.

Salão do Imóvel Campinas terá 7 mil unidades ofertadas

em: Provectum
Quem pretende comprar ou financiar um imóvel residencial poderá ter opções de escolha no 1º Salão do Imóvel Campinas, de 29 de abril a 1º de maio, no estacionamento coberto do Shopping Center Iguatemi. A Rede Imobiliária Campinas Secovi, com o patrocínio do Banco Bradesco, irá reunir empresas do ramo imobiliário e setores relacionados para fomentar os negócios e facilitar a troca de experiências. Serão disponibilizados mais de 7 mil imóveis em condições especiais de compra, localizados na região de Campinas.

“Deste total, cerca de 70% serão imóveis prontos e 30% na planta”, disse o presidente da Rede Imobiliária Campinas Secovi, Rodrigo Coelho. Além da exposição, haverá também um auditório, com capacidade para 150 pessoas, onde serão ministradas palestras para os profissionais e público em geral. No total, são 80 stands comercializados para imobiliárias, incorporadoras e empresas de decoração e paisagismo.

Como é o primeiro evento, Coelho informou que não há base para prospecção de negócios a serem fechados até seis meses após o evento. O Banco Bradesco informou que concederá cartas de crédito, com validade de seis meses, aos interessados em comprar um imóvel que preencham os requisitos necessários ao crédito. A expectativa é que a feira receba 10 mil visitantes. Do total de imóveis ofertados, cerca de 3,5 mil poderão ser financiados.

OPORTUNIDADES

Para aumentar as oportunidades de negócio, a rede autorizou a participação de imobiliárias não associadas. A feira funcionará das 10h às 22h nos dias 29 e 30 de abril e das 10h às 20h no dia 1º de maio. A entrada é gratuita, mas com credenciamento, que pode ser feito antecipadamente pela Internet ou na hora do evento. O site www.salaodoimovel2011.com.br entra no ar em breve. | NICE BULHÕES

Aumente a liquidez do imóvel no mercado de locação!

em: Provectum
Com o mercado de locação em alta e oferta insuficiente de imóveis para alugar, o proprietário que disponibiliza sua propriedade não costuma ter dificuldade para encontrar um inquilino.

Mas se mesmo em um momento favorável como esse, o imóvel ainda fica muito tempo vazio, é possível aumentar sua liquidez com alguns investimentos e cuidados.

Um imóvel parado, sem habitação, traz prejuízos ao proprietário. Além de desperdiçar uma renda que pode vir por meio da locação do bem, há gastos com IPTU, taxas condominiais e desgaste pela falta de manutenção. Algumas ações podem valorizar o bem, outras dão maior liquidez ao imóvel. "Às vezes, adequar o valor significa ganhar mais a longo prazo, pela redução do tempo em que o imóvel fica desocupado".

A boa apresentação da parte física da propriedade eleva o lucro. Em alguns casos em até 20%. Uma pintura nova, reparos necessários na hidráulica e elétrica, acabamento das esquadrias, entre outros investimentos, fazem a diferença. Um imóvel pequeno, próximo a universidades, por exemplo, pode receber alguns móveis sob medida para receber estudantes de outras cidades.

A manutenção na propriedade, de tempos em tempos, evita prejuízos. Em outra situação, um cano velho pode ser trocado a fim de eliminar a possibilidade de infiltração, que é de responsabilidade do proprietário, e reduzir gastos indesejáveis durante a locação.

Um cuidado especial está relacionado à vistoria. Uma ficha de avaliação feita no momento em que o proprietário disponibiliza o bem para locação na imobiliária deve ser a mais completa possível. Afinal, o que está nela é o que o dono receberá de volta no final do contrato. Cada detalhe deve ser anotado, observando o estado de conservação e as condições de uso de cada item.

Preço de apartamentos usados sobe 1,8% em janeiro no Brasil

em: Provectum
O preço de venda de apartamentos usados subiu 1,8% em janeiro no Brasil, revelou um novo indicador elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis, que trata de unidades anunciadas e residenciais. A taxa registrada em janeiro foi inferior à de dezembro, de 2,1%.

No primeiro mês do ano, os preços subiram mais no Rio de Janeiro (+2,8%) e em Belo Horizonte (+2,2%). São Paulo apresentou uma alta de 1,7%, enquanto em Fortaleza houve queda de 0,4%. Recife teve uma variação de 0,8%, a mesma do Distrito Federal, enquanto Salvador teve um leve aumento de 0,3% nos preços dos apartamentos usados anunciados no mês de janeiro.

Em 12 meses, os dados estão disponíveis apenas para Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, que apresentaram altas de 40,5%, 24% e 16,6%, respectivamente. Já no período de três anos, os dados estão disponíveis para Rio de Janeiro e São Paulo, que tiveram altas de 94,7% e 79,2%, na ordem.

Número de dormitórios

O indicador ainda acompanha o preço segundo o número de dormitórios. Em janeiro, a maior valorização foi nos imóveis de dois e de quatro dormitórios, com alta de 1,9%, seguidos pelos de três dormitórios (1,8%) e pelos de um dormitório (1,5%).
Desde janeiro de 2008, em São Paulo, os apartamentos com um e dois dormitórios apresentaram variação de 88%, os de três dormitórios apresentaram alta de 72%, enquanto os de quatro ou mais dormitórios variaram 56%.

No Rio de Janeiro, por sua vez, os apartamentos de um dormitório mais que dobraram de preço (105%). Os de dois dormitórios subiram 95%, enquanto os de três quartos tiveram variação de 91% e os de quatro quartos, de 75%.

Preço médio

O preço médio do metro quadrado foi maior no Distrito Federal, de R$ 7.004 no primeiro mês do ano, conforme a tabela a seguir:

Preço médio anunciado do metro quadrado
Local Janeiro 2011
Distrito Federal R$ 7.004
Rio de Janeiro R$ 5.655
São Paulo R$ 4.858
Belo Horizonte R$ 3.847
Recife R$ 3.596
Fortaleza R$ 3.581
Salvador R$ 3.323

Fonte: Fipe/Zap Imóveis

Aluguel

Em janeiro deste ano, a taxa de aluguel (razão entre o preço do metro quadrado de locação e de venda) foi de 0,58% em São Paulo e de 0,45% no Rio de Janeiro.
Há um ano, esses valores eram de 0,62% e 0,49% para São Paulo e Rio. Já em janeiro de 2008, os valores eram de 0,71% e 0,54%, na ordem.

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