Imobiliária em Campinas

Índice que reajusta aluguel sobe 0,50% no mês e 5,95% em 12 meses

em: Provectum

O índice de preços mensurado pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, variou 0,50% em novembro, desacelerando ante a alta de 0,53% de outubro. 
No acumulado dos últimos 12 meses, a variação é de 5,95%, enquanto varia 5,22% no ano. Em 2011, o acumulado dos últimos 12 meses já chegou a 8,65%, em 29 de junho. 

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (29) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). 
O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) apresentou variação de 0,52%, ante 0,68% no mês anterior. 
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) variou 0,43%, ante alta de 0,26%, no mesmo período do mês outubro. 
O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) também acelerou ao passar de 0,20% no mês anterior para 0,50% neste mês. 
O IGP-M de novembro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de outubro e 20 de novembro. 


Estabilidade econômica é um dos fatores que facilitam compra de imóvel próprio

em: Provectum

São Paulo – A estabilidade econômica é um dos fatores que facilitam a compra da casa própria, segundo análise da Tibério – empresa atuante no setor imobiliário.
De acordo com a construtora, depois de muitas mudanças, hoje as famílias brasileiras vivem em um novo cenário e podem realizar a compra segura do imóvel, com prazos mais flexíveis e juros acessíveis.
Desde o plano Real, diz a construtora, “é possível planejar com segurança investimentos de médio e longo prazo. Além do que, consumidores podem contar com a facilidade de ter um período mais extenso para o pagamento de suas compras”.
Juros menores
Além disso, a estabilidade econômica trouxe juros menores, sem contar que a TR (Taxa Referencial), que corrige as parcelas da compra da casa própria, não varia conforme a inflação.
Ou seja, ao contrário do que ocorria na década de 80, quando as taxas de inflação chegaram a 80% ao mês, impedindo qualquer aquisição a longo prazo, atualmente as pessoas podem adquirir o seu imóvel e ter a segurança de saber com exatidão os valores das parcelas em todo o período do financiamento. Considerando esse cenário, ressalta a Tibério, “hoje, adquirir um imóvel com segurança e de forma acessível é a nova realidade dos brasileiros”. (Do portal InfoMoney)

Mau uso da rede elétrica gera aumento de 5% na conta de luz

em: Provectum

São Paulo – O mau uso da rede elétrica pode contribuir para o aumento de quase 5% na conta de luz, o que significa que não são apenas os aparelhos eletrônicos que podem fazer com que o consumidor pague mais caro.
De acordo com o Programa Casa Segura, a utilização do fio terra e do dispositivo DR (disjuntor diferencial residual), associados ao bom uso dos aparelhos, pode reduzir entre 4% e 5% o consumo de energia, além de evitar possíveis acidentes elétricos domésticos que, em alguns casos, podem ser fatais. “Disjuntores do tipo DR protegem a corrente diferencial residual, e isso não acontece quando o fiozinho verde do chuveiro não está ligado na parede e permanece enrolado ao lado do aparelho”, afirma a coordenadora do Programa Casa Segura, Milena Guirão Prado.
O disjuntor do tipo DR é usado, especialmente, em áreas molhadas como banheiro, lavanderia e cozinha e tem como missão desligar automaticamente o circuito no momento em que ocorre uma descarga elétrica. “Quando você liga o ferro de passar, que consome muita energia, junto a outro equipamento, com o uso de um benjamim, ou T, por exemplo, e a energia cai, isso é sinal de que sua casa está correta, com o DR funcionando perfeitamente. Ele impediu que a sobrecarga de energia provocada pelo mau uso dos dois aparelhos pudesse provocar um curto-circuito”, explica, Milena.

Instalação segura
Veja algumas dicas para uma instalação segura:
Faça uma revisão periódica nas instalações elétricas a cada cinco anos, no mínimo, contratando sempre um eletricista, técnico ou engenheiro. Certifique-se que o profissional está atualizado, pois as instalações elétricas mudaram muito nos últimos anos e as tecnologias também;
Nunca realize serviços de natureza elétrica se não possui conhecimentos técnicos deste assunto, pois mesmo achando que um circuito está desligado, podem existir outras fontes de energia que podem causar um acidente, até mesmo fatal;
A instalação do condutor de proteção, como é conhecido tecnicamente o fio terra, em toda a extensão de uma instalação elétrica é importante e obrigatório pela Lei 11.337, de 2006. Esta prática vai minimizar os riscos de choque elétrico e garantir estabilidade no funcionamento dos equipamentos;
Todas as instalações que atendam áreas úmidas, como cozinha, copa, área de serviço e áreas externas, devem ser protegidas pelo DR, que tem a função de desligar o sistema elétrico todas as vezes que um curto circuito possa acontecer. Este equipamento salva vidas e por isto nunca pode o custo ser a consideração principal para a escolha do produto;
Nunca substitua um disjuntor por outro de maior amperagem se os fios também não forem substituídos por outros de maior bitola ou diâmetro, pois o disjuntor tem a função de proteger os fios contra aquecimento excessivo e, caso a prática acima seja executada, o disjuntor não protegerá o sistema e o risco de incêndio é quase certo;
Para proteger equipamentos eletroeletrônicos na residência, instale um dispositivo chamado DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos), conhecido no mercado como protetor de surto ou até para-raios eletrônico. Este equipamento irá desviar os surtos de tensão gerados por descargas atmosféricas para a terra e com isto preservar os equipamentos.

Perigos na rede elétrica
Além de provocar incêndios, as instalações elétricas mal dimensionadas ou sem a manutenção adequada podem causar queimaduras de até terceiro grau, coagulação do sangue, lesão nos nervos, contrações musculares e reação nervosa de estremecimento (a sensação de choque).
Segundo o Programa, por ano, mais de 100 brasileiros morrem vítimas de choque elétrico. Por isso, se as tomadas e interruptores esquentam, se as quedas do disjuntor são frequentes, se as geladeiras param de funcionar por alguns instantes, se fios e cabos derretem, e se há mau cheiro ou fumaça no ambiente, então é o momento de se fazer uma revisão da instalação elétrica.

Aparelhos na tomada
Para economizar na conta de luz, o consumidor também deve estar atento ao consumo vampiro. Esse tipo de consumo, segundo o Programa, se refere aos equipamentos eletrônicos mantidos na tomada, porém sem estarem funcionando. Isso gera um consumo de energia e, consequentemente, um custo adicional percebido no final do mês, na conta de luz.
Os principais vilões da conta de luz são: a TV, o micro-ondas, os carregadores de celular, os aparelhos de som, o DVD, vídeo games, entre outros. “Mesmo desligados, esses equipamentos permanecem em um sistema de stand by, ou seja, estão sempre prontos, com energia armazenada, para serem religados. O aparelho micro-ondas, por exemplo, consome energia 24 horas para manter o relógio digital funcionando”, explica Milena.
Veja algumas dicas para baratear a conta de luz:
Desconecte os aparelhos quando não estiverem em uso. Para evitar ficar desligando esses aparelhos diariamente da tomada, é possível usar um interruptor manual;
Observe a etiqueta com o consumo energético do equipamento, no momento da compra. Dê preferência aos mais econômicos;
Realize a manutenção correta para aumentar a vida útil do aparelho e diminuir o consumo de energia. 

SP: diária de imóveis no litoral está até 47,17% mais cara para o período de festas

em: Provectum

SÃO PAULO - Levantamento divulgado pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta quinta-feira (24) mostra que os valores diários de locação de imóveis na praia para o Natal e Réveillon estão até 47,14% mais caros neste ano.
Segundo a pesquisa, realizada com 47 imobiliárias de 10 cidades paulistas, essa variação corresponde à maior diferença de preço, verificada na locação de apartamentos de dois dormitórios no litoral Norte, onde as diárias estão cotadas em R$ 515, frente aos R$ 350 do mesmo período do ano passado.

Preços
O aluguel diário mais barato para o feriado de Ano Novo é o de uma casa de dois cômodos localizada em cidades do litoral Central, como Guarujá e Santos. A diária está cotada a R$ 175, em média, valor 41,67% mais barato que os R$ 300 do ano passado.
Já o aluguel diário mais caro para o Réveillon está no litoral Norte, em praias como Ubatuba e Caraguatatuba: são R$ 1.702,68 por dia de locação das casas de 4 dormitórios, um aumento de 13,99% em relação aos R$ 1.493,69 cobrados no ano passado.
Já no litoral Sul, dos sete tipos de imóveis pesquisados, todos estão com valores maiores em relação ao Réveillon do ano passado.
"É efeito das reformas urbanísticas feitas nas orlas das praias dessas cidades nos últimos anos, da melhoria da balneabilidade das praias e do reforço nos serviços de segurança e infraestrutura em geral", afirma o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto.
Segundo Viana, o litoral Sul cada vez mais se transforma em opção para as saturadas praias do Norte e do Centro, "tanto que atrai crescente número de empreendimentos de grande porte e prédios luxuosos, valorizando o mercado imobiliário em geral e dando aos moradores e aos veranistas uma nova perspectiva de lazer e moradia à beira-mar".

Menores diárias estão no Sul
De acordo com o Creci-SP, mesmo havendo predomínio de altas na comparação com o ano passado, as diárias mais baratas para o feriado da virada do ano estão no litoral Sul, à exceção dos apartamentos tipo quitinete, que estão mais baratos no litoral Central.
No segmento de casas, em cidades como Praia Grande e Peruíbe, as opções vão de R$ 226 (1 dormitório) a R$ 716,67 (4 dormitórios). As de três dormitórios estão cotadas a R$ 600. (Matéria publicada no InfoMoney)

Senado aprova medida que permite uso do FGTS nas obras da Copa do Mundo

em: Provectum

São Paulo - O Senado aprovou uma MP (medida provisória) que permite o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para pagar obras da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Texto também prevê que empresas exportadoras recebam de volta 3% do que pagaram de impostos.
As medidas, que foram aprovadas na última terça-feira (22), fazem parte da MP 540, que institui o Reintegra (Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras). No caso dos impostos, a Receita Federal devolvia apenas 0,5% dos encargos.

Substituição tributária
De acordo com a Agência Brasil, o texto ainda trata de uma substituição tributária concedida a empresas de alguns setores. Haverá isenção dos impostos sobre a folha de pagamento em troca do pagamento, ao governo, de 1,5% a 2,5% do faturamento bruto anual.
Estão incluídas na lista de empresas contempladas os fabricantes de balas, botões, rebites e ilhoses; empresas de transporte coletivo, de softwares, de confecção e calçados; e call centers. 

Busca

Newsletter

Seu e-mail

Arquivo

Facebook

Twitter

Twitter Youtube Flickr Facebook