Imobiliária em Campinas

Indenização por infiltração em imóvel inclui dano moral

em: Provectum
Tribunal de Justiça de São Paulo arbitrou em R$ 10 mil o valor de dano moral em causa sobre imóvel atingido por infiltração.

Além da indenização por dano material, TJ confirmou a indenização por em dano moral em caso de infiltrações – causadas por imóvel vizinho ou colunas das áreas comuns

São Paulo - Uma das situações mais desagradáveis, para quem mora em condomínio, é a infiltração de água originada de outro apartamento, ocasionando manchas no teto e nas paredes, bolor nos armários, mau cheiro e até mesmo a impossibilidade de usar algumas partes do imóvel.

Ao comentar os infortúnios que pesam sobre os donos ou moradores em apartamentos atingidos por infiltrações – causadas por imóvel vizinho ou colunas das áreas comuns, por exemplo, o especialista Daphnis Citti de Lauro diz que há uma boa notícia para quem enfrenta o problema e vê como única solução procurar a justiça.

“A boa notícia é que, além da indenização por dano material, a 9ª Câmara do Tribunal de Justiça de São Paulo, na Apelação nº 9195915-92.2004.8.26.0000, em que figurou como relator o desembargador dr. Antonio Vilenilson, em acórdão datado de 12 de julho (2011) confirmou sentença do juiz de Primeira Instância, condenando também em dano moral”.

Citti de Lauro destaca que inicialmente o juiz havia arbitrado a indenização por danos morais em R$ 1,2 mil, mas o valor subiu consideravelmente. “O Tribunal de Justiça elevou-a para R$ 10 mil, levando em consideração o caráter pedagógico da indenização, uma vez que o problema se arrastou por vários anos e o autor da ação sofreu limitação do uso de seu apartamento”.

A Provectum apresentará várias novidades e lançamentos no 3º Salão Imobiliário

em: Provectum
Durante o 3º Salão Imobiliário de Campinas e Região, a ser realizado entre os dias 27 e 30 de outubro no Shopping Iguatemi, a Provectum Imóveis estará presente divulgando seus imóveis para venda e locação em um estande de 12 metros de comprimento por 3 metros de largura.

O evento será de quinta a sábado, das 10h às 22h, e no domingo, das 12h às 20h. Durante o salão, os corretores das unidades trabalharão em rodízio e a escala, bem como as orientações de como deverá ser feito o trabalho durante os quatro dias, serão passadas em reunião com data ainda a ser confirmada.

Vendas de imóveis usados sobem 13,53% em julho no estado de São Paulo

em: Provectum
A venda de imóveis usados no estado de São Paulo subiu 13,53% na passagem de junho para julho deste ano, de acordo com pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta quarta-feira (19).

Entre as imobiliárias de 37 cidades pesquisadas, foram comercializadas 928 unidades no sétimo mês do ano, sendo 487 apartamentos e 441 casas. O índice de vendas evoluiu de 0,5531 em junho para 0,6279 em julho.
Das quatro regiões analisadas pelo Creci-SP, o destaque ficou com a capital, que mostrou crescimento de 85,76% frente a junho, e o interior, que mostrou alta de 17,92%. Por outro lado, houve queda de vendas no litoral, de 15,05%, e nas cidades do ABCD paulista (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema), Guarulhos e Osasco, de 50,86%.


Preços

Na capital, os imóveis mais vendidos foram os de valor médio superior a R$ 200 mil, com participação de 76,28% do total. No caso do litoral, o preço médio predominante foi de até R$ 160 mil, com 57,78% do total. Esse também foi o preço médio que dominou nas cidades do ABCD paulista, Guarulhos e Osasco e no interior.

Os financiamentos responderam por 45,8% das vendas em julho na capital, 57,42% no interior, 59,35% nas cidades do ABCD paulista, Guarulhos e Osasco e por 46,11% no litoral. (Matéria extraída do portal InfoMoney)

Prédios investem em academias sofisticadas para ampliar seu uso

em: Provectum
Apresentadas como vantagem para quem vai comprar apartamento novo, nem sempre academias de condomínio funcionam de fato para o novo morador se exercitar.
Tão logo se mudou para o Volpi, em São Caetano do Sul (Grande São Paulo), o síndico Laercio Gonçalves percebeu que a área destinada à atividade física não era adequada às necessidades dos moradores. "A academia era pequena e ficava ao lado da cozinha 'gourmet'", diz.
A sala de ginástica montada pela construtora tinha apenas duas esteiras, uma bicicleta ergométrica e uma estação de musculação. A solução foi contratar uma consultoria que refizesse o projeto.
Com um gasto de cerca de R$ 145 mil, rateado entre os moradores, o Volpi agora tem uma academia com equipamentos de uso profissional.
O espaço novo tem esteiras com sensor de frequência cardíaca, uma bicicleta ergométrica, máquinas de musculação e até um boneco para levar socos e chutes.
Apesar da resistência inicial de alguns condôminos, "a academia contribuiu para valorizar o imóvel em ao menos 20%", avalia o síndico.

APOSTA
Prédios residenciais têm investido pesado na reforma das áreas esportivas , com cifras que alcançam R$ 1 milhão, diz a consultora esportiva Mila Toledo.
"Antes quem ia comprar apartamento queria vagas na garagem. Agora quer saber como é a academia."
Para atender a esse público, as construtoras começam a estabelecer parcerias com nomes fortes do setor esportivo, como o preparador físico Marcos Paulo Reis.

Minha Casa, Minha Vida vai entregar mais de 120 mil moradias até o final deste ano

em: Provectum

São Paulo – Mais de 120 mil moradias em todo o Brasil serão entregues até o final deste ano pelo Programa MCMV (Mica Casa Minha Vida). Segundo a Agência Brasil, nos próximos quatro anos serão 2 milhões de novas residências destinadas à população de baixa renda. A secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães, afirmou que para suprir a demanda brasileira por habitação nos próximos 20 anos o Brasil precisará construir 23 milhões de novas residências.

Orçamento do programa
A secretária ainda negou, ao participar do programa Brasileiras, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços, que haverá cortes no orçamento do programa. De acordo com suas previsões, os gastos vão ser da ordem de R$ 105 bilhões.
Inês explicou que as mulheres chefes de famílias poderão ser responsáveis pelo financiamento da moradia, realizado através da Caixa Econômica Federal. Elas ainda não vão precisar comprovar sua situação civil e vão receber a titulação do imóvel ao término da construção.
Inês também pontuou que o programa está se preocupando em reforçar a rede de proteção social para as famílias que são alvo do MCMV. Além disso, está utilizando o Cadastro Único dos Programas Sociais para cruzar informações e evitar distorções.
O mercado de trabalho para o sexo feminino também parece estar abrindo oportunidades. Inês destacou que o programa está gerando empregos para as mulheres na construção civil. Além disso, elas podem contar com cursos proporcionados pela Cbic (Câmara Brasileira da Construção Civil).


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