Imobiliária em Campinas

Construção civil investiu US$ 324,5 bilhões durante 2010

em: Provectum

No decorrer de 2010, os investimentos dos vários segmentos do setor da construção civil, distribuídos por todo o território nacional, somaram US$ 324,5 bilhões, superando em 33% o resultado auferido em 2009, igual a US$ 250 bilhões. Os aportes resultaram em 11.174 produtos, para os segmentos: residencial (5.981 obras); comercial (3.331); e industrial (1.881), de acordo com a ITCnet.

Edifícios residenciais e condomínios de casas somaram investimentos superiores a US$ 36 bilhões, resultando em área construída de 76 milhões de m2. O segmento industrial participou com 55% do total de investimentos, destacando-se: energia, ferrosos, não-ferrosos e petróleo e afins, os quais, juntos, somaram 73% dos investimentos.

No segmento comercial, os investimentos chegaram a US$ 109 bilhões. As obras de infraestrutura viária e de turismo detiveram, respectivamente, os maiores investimentos, enquanto as viárias foram em número de 218 e investimentos da ordem de US$ 41 bilhões, com participação de 37%. Os hotéis e resorts somaram 252 obras e U$S 27 bilhões em aportes.

Regiões em crescimento - No Centro-Oeste, diz a ITCnet, o estado que tem o maior canteiro é Goiás, representando 40% do total da região, com 292 obras. No Norte e Nordeste, os destaques são os estados da Bahia, Ceará e Pernambuco, que somam, respectivamente, 323, 251 e 400 obras, representando mais de 48% do total da região.

“No Sudeste, São Paulo ainda possui o foco de todas as atenções, com 3.600 obras, superando os estados do Rio de Janeiro (1.637), o de Minas Gerais (1.126) e o do Espírito Santo (297)”, aponta a ITCnet.
O Sul do Brasil diversifica bem os investimentos nos seus três estados: Paraná, com 682 obras, Rio Grande do Sul; com 492; e Santa Catarina, com 614.

Projeções - “Com pouco mais de 11.100 obras cadastradas no Banco de Dados em 2010, nos estágios de Projeto, Construção e Concluídas, é possível prever como será o setor da construção nos próximos cinco anos”, afirma a ITCnet, que há três décadas acompanha a evolução do mercado da construção no Brasil.

Viviane Guirao, diretora da área de Pesquisa e Análise de Mercado da empresa, diz acreditar que, em 2011, “com os novos programas do Governo, a estabilidade econômica e os baixos índices de desemprego, o Brasil terá ainda maior consistência na área da construção e nos setores que alimentam esse mercado. A ITCnet prevê grandes investimentos. Somente nos estágios iniciais de construção, da sondagem às fundações, serão mais de 4.700 obras, sendo 1 mil no segmento Industrial, 1.600 no comercial e 2.100 no Residencial”, estima a diretora da ITCnet.

Custo da construção desacelera para 0,37% em janeiro

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Em janeiro, o brasileiro gastou 0,37% a mais para construir, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quarta-feira (26).
A variação é 0,22 ponto percentual menor do que a registrada em dezembro de 2010, quando ficou em 0,59%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,42%.
Grupos
No primeiro mês do ano, o grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,42%, resultado superior ao apurado um mês antes, de 0,13%. A maior contribuição para o resultado do grupo veio do subgrupo Serviços, que passou de 0,25% para 1,21% no período analisado.
O subgrupo Materiais e Equipamentos também apresentou aceleração em janeiro, passando de 0,09% para 0,22%.
No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,32% este mês, frente a 1,08% no último mês do ano passado. Aqui, a maior contribuição para o resultado veio do item especializado, cujo índice ficou em 0,51%.

Locação de imóvel residencial freia queda com alta de 1,63%

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Depois de ter caído 13,72% em outubro e 11,57% em setembro, o número de imóveis residenciais alugados no Estado de São Paulo cresceu 1,63%. “Foi modesto, mas positivo, e isto é o que conta como possível sinal de mudança de comportamento”, avaliou o presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), José Augusto Viana Neto.

A pesquisa feita com 1.653 imobiliárias de 37 cidades apontou que foram alugados em novembro 2.651 imóveis, elevando em 1,63% o índice estadual de locação: de 1,5780 em outubro para 1,6038 em novembro. Novamente alugaram-se mais casas (56,09%) do que apartamentos (43,91%). As imobiliárias receberam de volta 1.538 imóveis, o equivalente a 58,02% do total de novas locações.

O número de novas locações aumentou na Capital (1,85%), no litoral (36,26%) e na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco (1,21%). Só no interior houve queda, de 1,15%. Imóveis com aluguel mensal de até R$600,00 foram os mais alugados no interior (51,37% do total) e na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco (54,57%).

Na Capital e no litoral predominaram os imóveis com aluguel de até R$800,00 - eles somaram 50,23% e 57,55% do total, respectivamente.

Preços
O menor aluguel do Estado em novembro foi R$180,00 por casas de 1 dormitório localizadas em bairros de regiões não nobres e fora do centro de São Carlos e Guarulhos. Ressalve-se que este foi o valor encontrado em uma única operação de locação para esse tipo de imóvel, o que não reflete, necessariamente, a média de valores de mercado.
Foi em Campinas que o Creci-SP localizou o aluguel mais caro - R$ 7.000,00 por casas de 3 dormitórios em bairros da área central da cidade. Este foi o valor máximo, sendo o mínimo de R$ 750,00.

Garantia
O fiador continua a ter presença marcante nos contratos de locação. Esteve presente como garantidor do pagamento em caso de inadimplência do inquilino em 77,45% do total de novos contratos formalizados em novembro no interior. Marcou presença também em 50,81% dos aluguéis contratados no litoral, em 43,81% na Capital e em 41,18% na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco.

O depósito de valor equivalente a três meses de aluguel foi a segunda forma de garantia mais utilizada, presente em 29,84% dos contratos no litoral, em 10,25% no interior, em 32,68% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco e em 25,7% na Capital.
Foi na Capital que o seguro fiança teve seu melhor desempenho, com 29,09%, baixando para 23,97% na região do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco, 18,55% no litoral e 9,51% no interior. As outras modalidades de garantia de locação tiveram participação modesta no conjunto dos novos contratos.

HSBC reformula financiamento que usa imóvel como garantia

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O banco HSBC anunciou a reformulação do Crédito Casa, linha de financiamento que usa um imóvel já quitado como garantia da operação de crédito. Com o novo modelo, o prazo máximo de pagamento passou de cinco para dez anos e o limite de empréstimo foi aumentado de R$ 200 mil para R$ 500 mil. Já a taxa de juros permaneceu em 19,5% ao ano.
A linha de financiamento está disponível para os clientes do banco e é disponibilizada após aprovação dos documentos necessários e a avaliação do imóvel. O crédito liberado pode chegar a até 50% do bem dado como garantia.
“O refinanciamento imobiliário é uma boa opção para os clientes que desejam recursos para realizar um projeto pessoal, como viagens ou cursos, entre outros”, diz o diretor de crédito imobilário do HSBC, Antônio Barbosa.
Cuidados

De acordo com o Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo) , o consumidor deve ficar atento com o superendividamento na hora de optar por esta modalidade de financiamento.
Veja algumas dicas do Instituto:
Quem já está “pendurado” no empréstimo consignado não deve hipotecar a casa para pagar dívidas com cartão ou cheque especial.
O consumidor que já está endividado e só tem um imóvel tem muito mais chance de barganhar formas de pagamento melhores ou maiores prazos.
Caso opte pelo empréstimo com garantia hipotecária, faça as contas antes e veja se a parcela mensal não compromete mais do que 30% de sua renda líquida, que nada mais é do que o salário menos INSS, imposto de renda, plano de saúde e outras dívidas já contraídas.

Crédito imobiliário pode chegar a R$ 105 bilhões

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A liberação de recursos para a casa própria deverá crescer entre 40% e 50% em 2011, segundo previsão do presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), Luiz Antonio França. Se as estimativas se confirmarem, somados os recursos da caderneta de poupança (R$ 82,5 bilhões) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (R$ 23 bilhões), será liberada a quantia recorde de R$ 105,5 bilhões.

Até novembro, último dado consolidado, o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) havia emprestado R$ 50 bilhões para o financiamento de 378 mil unidades. A expectativa da entidade é encerrar o balanço de 2010 com R$ 57 bilhões contratados - crescimento de 67% no total de empréstimos do SBPE em um ano.

Para o presidente do Secovi-SP, João Crestana, em 2011 as unidades populares destinadas para a classe média serão o grande foco do mercado. “Porém, haverá necessidade de maior agilidade na liberação do crédito, por parte dos bancos, e desenvolvimento de tecnologias construtivas e estratégias diferenciadas de marketing pelas empresas, para conquistar esse público”, ressalta.

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