Imobiliária em Campinas

Crédito imobiliário sobe 45,9% e atinge R$ 166 bilhões em agosto

em: Provectum

O crédito imobiliário somava R$ 166 bilhões até agosto, incluindo as contratações de pessoas físicas e operações das construtoras, com alta de 45,9% em 12 meses. Novo levantamento feito pelo Banco Central que foi apresentado passará a ser divulgado sempre com defasagem.

Houve uma variação positiva nominal de 80,4% no saldo do crédito imobiliário, em relação a dezembro de 2008, quando tinha a posição de R$ 92,0 bilhões.

Os financiamentos do sistema financeiro diretamente às famílias atingiam R$ 120,6 bilhões em agosto, com alta de 3,9% sobre julho, de 29,7% no ano e de elevação de 51,1% em 12 meses.

O financiamento a construtoras também teve expansão mensal significativa, de 5,2%, enquanto o crescimento no acumulado do ano ficou em 25,8%. E alta de 33,9% sobre agosto de 2009, totalizando R$ 45,4 bilhões.

No crédito habitacional a pessoas jurídicas, o destaque são os financiamentos bancários para a construção de novas unidades, com R$ 16,2 bilhões. Houve uma expansão de 43,6% em um ano.
De acordo com o BC, os dados são defasados porque colhidos diretamente da central de crédito, que registra qualquer operação bancária acima de R$ 1 mil.

Projeto de lei quer vetar penhora de bem de família do fiador

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Está em votação na Câmara dos Deputados um projeto de lei (nº 6.413/ 2009) que quer impedir que o fiador perca seu único imóvel, o chamado bem de família, para pagar dívidas de aluguel.

A expectativa de seu autor, o deputado Vicentinho Alves (PR-TO), é a de que seja aprovado até o final do ano.


Uma lei federal de 1990 determina que o bem de família não pode ser penhorado para pagamento de dívida. A Lei do Inquilinato (nº 8.245/91), porém, definiu que a fiança locatícia é exceção à regra.


Algumas decisões na Justiça foram contra a penhora do único imóvel do fiador, mas, em 2006, um julgamento do Supremo Tribunal Federal confirmou a constitucionalidade da prática e criou uma jurisprudência a seu favor.


O PL de Vicentinho Alves é controverso. Seu objetivo é proteger fiadores que desconhecem a exceção à impenhorabilidade. "Pessoas de baixa renda e sem instrução são as mais sacrificadas", afirma o deputado.


Por outro lado, se o projeto for aprovado, "o inquilino terá mais dificuldade para encontrar esse tipo de garantia, pois as imobiliárias exigirão fiador com mais de um imóvel", alerta o professor de direito civil da FGV-SP (Fundação Getulio Vargas de São Paulo) Luciano Godoy.


O fiador ainda é o tipo de garantia locatícia mais utilizado no mercado e o único que não exige dinheiro do locatário.

Financiamento imobiliário: cresce participação dos jovens abaixo de 30 anos

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Vem crescendo a participação dos jovens nos financiamentos imobiliários pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação). De acordo com os dados da CEF (Caixa Econômica Federal), em 2002, os mutuários com idade até 30 anos representavam 34,60% dos contratos. Em 2010 – dados referentes ao primeiro semestre – jovens com menos de 30 anos chegavam a 36,30% dos contratos. Crescimento de 1,7 ponto percentual.

O pico da participação dos jovens no financiamento imobiliário, no entanto, ocorreu em 2006, quando o percentual chegou a 37,50%. Por outro lado, os mutuários com idade entre 31 e 45 anos diminuíram 2,1 p.p., saindo de 46,10% em 2002 para 44% neste ano.
Na próxima faixa etária, entre 46 e 59 anos, houve ligeiro acréscimo, de 0,9%. A participação deles nos contratos de financiamento imobiliário era de 14,90% em 2002 e passou a 15,80% em 2010.

Entre os mais velhos – mutuários a partir de 60 anos, a participação caiu de 4,40% em 2002 para 3,80% em 2010.

O balanço da CEF mostrou ainda que a participação das mulheres como titular dos contratos de financiamento imobiliário também está crescendo nos últimos anos. Em 2002, elas eram 33,50% dos mutuários e, em 2010, a participação subiu para 36,90% - crescimento de 3,4%.
O pico na participação das mulheres ocorreu em 2007, ano em que elas assinaram 39,70% dos contratos. Os homens continuam sendo maioria, chegando a 63,10% dos contratos feitos até julho deste ano – frente a 66,50% em 2002.

Cresce importação de materiais de construção no Brasil

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A casa do brasileiro tem ganhado toques cada vez mais internacionais. Depois da invasão de eletroeletrônicos, agora são os materiais de construção que atravessam o oceano para montar e decorar as residências nacionais. Do aço usado para levantar o imóvel aos materiais de acabamento, como portas, pisos, fechaduras e louças sanitárias, tudo tem sido comprado no exterior.
Até 2007, a balança comercial (exportações menos importações) do setor era positiva em mais de R$ 1 bilhão. A partir de 2008, com a forte expansão da construção civil e a valorização do real, a posição começou a se inverter. No ano passado, as importações superaram em R$ 1,1 bilhão as exportações do setor.
Para 2010, a expectativa é que esse número dobre e atinja R$ 2,3 bilhões, segundo estimativas da FGV Projetos no estudo Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos, da Abramat, associação que representa o segmento.
Na avaliação da coordenadora de Projetos da FGV Projetos, Ana Maria Castelo, por trás dos números está o chamado custo Brasil, que inclui carga tributária alta, câmbio valorizado e falta de infraestrutura. Juntos, esses fatores encarecem e reduzem a competitividade do produto nacional.

Procura por loteamentos aumenta: conheça o que se paga para morar em um

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A possibilidade de morar em locais com grandes áreas arborizadas, com maior segurança, garantindo, ao mesmo tempo, a melhor relação custo-benefício está levando futuros mutuários a buscarem loteamentos ao invés de condomínios.
Para se ter uma ideia, somente a Lello Condomínios é responsável por 33 mil unidades desse tipo de empreendimento. O número é 266% maior que o registrado no final do ano passado.
Apesar de permitir uma maior qualidade de vida, quem migra para loteamentos deve ficar atento à rotina bem diferente da de condomínios residenciais. Por isso, é melhor conhecer os detalhes que envolvem esses empreendimentos e os custos, antes de decidir pela mudança, uma vez que eles podem pesar no bolso de quem não se precaver.
“É muito mais complexo, porque envolve a gestão de toda a infraestrutura interna a ser implantada, incluindo paisagística, ambiental, urbanística, institucional e técnica, além do trabalho de promoção de investimentos em obras complementares para o loteamento”, afirmou, por meio de nota, a gerente da Divisão de Associações da Lello, Mariangela Iamondi Machado.


Diferenças

Em um condomínio residencial, a gestão se concentra no síndico. Já a administração de um loteamento é feita pela associação dos moradores.
Nessas associações há um corpo diretivo formado pelo diretor-presidente, vice-presidente, tesoureiro e secretário, além de outras diretorias que estiverem compostas no estatuto social do empreendimento.
De acordo com Mariangela, as atividades em um loteamento vão além da gestão tradicional de condomínios, composta basicamente pela elaboração do plano orçamentário, conservação das áreas comuns e administração dos funcionários.
Em loteamentos, as despesas podem ser maiores que as de muitos condomínios. Isso porque é preciso pagar pela manutenção de áreas verdes e comuns, pela assessoria jurídica, controle de acessos e identificação de moradores e visitantes, vigilância interna, luz, gás e telefone.
Quem optar por loteamentos também devem ficar atentos às taxas para despesas com reformas e melhores e para formação de um fundo destinado à execução de novas obras.

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