Imobiliária em Campinas

Turistas devem redobrar atenção na hora de alugar um imóvel nas férias

em: Provectum

Quem pretende alugar um imóvel por temporada, no final do ano, deve ter a atenção redobrada na hora de fechar um negócio.
A dica é recorrer a um corretor de confiança, com quem já tenha negociado ou que seja indicado por conhecido, aponta o Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
De acordo com o diretor de Locação Residencial da entidade, Hilton Pecorari Baptista, os consumidores podem pesquisar sobre corretores e imobiliárias no Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).
Pagamento
Baptista alerta para que as duas partes envolvidas no negócio – proprietário e locatário – combinem a forma de pagamento do aluguel de temporada. Normalmente, metade do valor normalmente é pago no ato da contratação e a metade restante, na entrega das chaves.
“Costuma-se prever uma multa contratual no caso de desistência de uma das partes”, diz. Ele recomenda ainda atenção ao preço. “Desconfie quando for muito inferior à média de mercado, porque isso pode ser sinal de que o imóvel possui algum problema”, comenta.
Para não haver nenhum mal entendido, a dica do Secovi-SP é visitar o imóvel com antecedência, a fim de avaliar o seu estado atual. Caso contrário, o consumidor deve, no mínimo, solicitar fotos do local.
“Ainda assim, não se deixe enganar. Fotos às vezes antigas podem mostrar um imóvel que não existe mais”, diz Pecorari Baptista. Para tirar a conclusão, os consumidores podem procurar imagens da casa ou apartamento na internet, utilizando programas específicos para isso, como o Google Street View.
Contrato
Outro ponto importante citado pelo Secovi-SP diz respeito à elaboração de um contrato. “O único meio de evitar mal entendidos é documentar a transação, afinal, o que está bem escrito não dá margem a dúvidas”, afirma o diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP, Jaques Bushatsky.
“Nesse contrato devem constar as datas de entrada e saída do inquilino, o valor a ser pago, a forma de pagamento, eventuais multas para os casos de atraso ou depredação e até mesmo o número de pessoas que ficarão no imóvel”, completa Baptista.
O contrato também deve trazer o número de utensílios (copos, talheres, pratos, panelas, etc.) e a listagem de eletrodomésticos e eletrônicos à disposição do locatário.
Assim que chegar ao imóvel alugado, o consumidor deve checar na entrada se tudo está em conformidade com o especificado no contrato. No caso de haver algum dano, recomenda-se anotar para informar o locador na devolução das chaves, livrando-se de pagar indenização pelo dano.
Jaques Bushatsky lembra ainda que o documento deve apontar quem ficará responsável pelo pagamento das contas no período de locação, como a de telefone.

Caixa lança cartão para substituir fiador nos contratos de locação residencial

em: Provectum
A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira o Cartão Aluguel, uma alternativa na locação de imóveis residenciais ao fiador, ao depósito caução e ao seguro-fiança.
O projeto piloto começa nesta semana em quatro imobiliárias de Goiás e de São Paulo. A previsão é chegar a todo o Brasil em fevereiro.

O inquilino que optar pelo produto vai receber um cartão de crédito para quitar o aluguel todos os meses. Se atrasar o pagamento, não haverá transtornos para o proprietário da moradia já que o valor será repassado pelo banco e depois cobrado com juros ao locatário.

O cartão será oferecido nas bandeiras Mastercard e Visa e o cliente terá dois limites, sendo um exclusivamente para o aluguel e, o outro, do rotativo, para o pagamento de compras em estabelecimentos comerciais. O produto será comercializado exclusivamente nas imobiliárias credenciadas pela Caixa e também nas redes de agências do banco em todo o país.
A instituição financeira inicia nesta semana o cadastramento das imobiliárias que receberão o cartão aluguel.

EM EXPANSÃO
O seguro-fiança vem ganhando espaço no mercado de locação, mas ainda esbarra no valor alto. A despesa extra em um ano pode ultrapassar o valor do aluguel de um mês, dependendo da cobertura contratada, que pode englobar também danos ao imóvel e pintura. Há inquilinos que não conseguem encontrar um fiador e locadores que não consideram o depósito caução vantajoso porque cobre apenas três meses de atraso no pagamento do aluguel.

O mercado de locação residencial segue aquecido. Na capital paulista, os contratos novos assinados em novembro tiveram aumento médio de 1,6% em relação aos valores negociados em outubro. No acumulado dos últimos 12 meses, o acréscimo atinge 12,9%, segundo os dados do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo divulgados nesta segunda-feira. 

Saiba a que ficar atento na hora de alugar um imóvel para as férias, de acordo com o Secovi-SP

em: Provectum

Alugar uma casa para as férias não é muito diferente de alugar um imóvel para moradia permanente. Mesmo sendo por um curto período de tempo, é importante firmar o compromisso em contrato e inspecionar o imóvel na entrada e na saída. Mas o locatário não deve se assustar caso lhe peçam um cheque-caução para cobrir possíveis danos, uma vez que esses imóveis geralmente vêm mobiliados e com aparelhos eletrônicos. Veja a seguir as dicas do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) para a locação de um imóvel de temporada:

Escolha um corretor de confiança: tanto proprietários quanto locatários devem recorrer a um corretor com quem já tenham negociado antes ou que tenha sido indicado por conhecidos. Seja como for, é importante checar se os corretores e imobiliárias possuem número de registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci).

Forma de pagamento: é acordada livremente entre as partes. Normalmente, metade do valor do aluguel é pago no ato da contratação e a outra metade na entrega das chaves. Em caso de desistência de qualquer uma das partes deve estar prevista uma multa no contrato.
Desconfie de preços muito abaixo do valor de mercado: pode ser sinal de que o imóvel tem algum problema.

Visite o imóvel antes de alugar: se possível, faça uma visita para conhecer o estado real do imóvel, inclusive de móveis e utensílios. Se a unidade estiver situada em um condomínio, verifique se os inquilinos podem usar as áreas comuns, como piscinas, quadras e churrasqueiras. Às vezes, apenas os condôminos podem usufruí-las.

Analise fotos recentes: se não for possível fazer a visita, o interessado deve solicitar fotos recentes do imóvel ao corretor. Muitas vezes, as imagens estão disponíveis no site da imobiliária, mas cuidado para não serem muito defasadas. Fotos antigas podem, até mesmo, mostrar um imóvel que não existe mais. É interessante dar pelo menos uma olhada na fachada e arredores pelo Google Street View, se esse serviço estiver disponível na cidade de destino.

Contrato é imprescindível: mesmo sendo uma locação para um período curto, é importante elaborar um contrato, onde devem constar as datas de entrada e saída do inquilino, o valor a ser pago, a forma de pagamento, eventuais multas no caso de atraso, depredação ou desistência de uma das partes, o número de pessoas que vão se hospedar e a descrição dos utensílios, eletrodomésticos e eletrônicos à disposição do locatário. O documento deve ainda especificar quem ficará responsável pelo pagamento das contas durante o período de locação.

Avalie o imóvel na entrada: ao chegar ao imóvel, o locatário deve fazer uma inspeção para verificar se tudo está de acordo com o designado no contrato. Caso haja algum dano, como um vidro quebrado ou eletrodoméstico que não funciona, o fato deve ser anotado e informado ao locador na devolução das chaves, para que o locatário não tenha que pagar indenização.

Cheque-caução: é praxe o proprietário solicitar ao inquilino um cheque-caução para servir de garantia de bens como mobílias, eletrodomésticos e eletrônicos. Esse cheque deve ser devolvido ao locatário na saída, ao se observar que o imóvel está em ordem.

Governo paulista lança fundo para habitação

em: Provectum

O governo de São Paulo lança hoje na capital as bases do chamado "BNDES da Habitação" que promete reduzir o déficit habitacional do Estado, calculado em 1,1 milhão de unidades. Um dos principais instrumentos é a implementação do Fundo Garantidor Habitacional (FGH), cujo objetivo será atrair o interesse da iniciativa privada na construção e financiamento de imóveis populares.
O conselho gestor do fundo será instalado amanhã e contará com oito representantes públicos e privados, como os sindicatos Sinduscon-SP (da construção) e Secovi (do mercado imobiliário), afirma o secretário de Estado de Habitação, Lair Krähenbühl, diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). Além de apresentar a estrutura de funcionamento do fundo garantidor, ele entregará aos membros do conselho a minuta de regulamentação do FGH.
Segundo o secretário, o fundo dará garantias de crédito e poderá servir como avalista dos mutuários nos empréstimos imobiliários. Na avaliação de Krähenbühl, ao garantir os empréstimos, o Estado vai estimular a participação das empreiteiras na produção de novas residências e dos bancos, nos financiamentos para baixa renda. "Hoje esses dois agentes não entram no mercado por causa da inadimplência. O fundo elimina esse risco e ajuda a reduzir as taxas de juros nos financiamentos.
O secretário destaca que, para cada R$ 1 do fundo, será possível alavancar os recursos em R$ 4. O FGH será formado com dinheiro do orçamento do Estado e poderá conter recursos de outros fundos, como FGTS, e poupança. Isso só foi possível com a Lei 12 801, de janeiro de 2008. Além do FGH, o programa conta também com o Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social, que vai organizar a distribuição dos subsídios à população de baixa renda. Como o fundo garantidor, ele também poderá buscar recursos de outras fontes.
O vice-presidente de habitação popular do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), José Carlos Molina, que será um dos suplentes do Conselho Gestor do Fundo Garantidor Habitacional, o instrumento será uma alavanca de investimento no Estado, já que vai garantir possíveis perdas decorrentes da inadimplência. Segundo ele, outros países, como Estados Unidos e México, já usam mecanismos semelhantes, que funcionam muito bem. No Brasil, São Paulo será o primeiro Estado a adotar o instrumento.
Segundo estudo do Sinduscon, elaborado pela FGV, em todo o País, o déficit habitacional é de 23 milhões de unidades. Para resolver o problema, seria necessário investir R$ 3 trilhões até 2022.

RMC tem sete cidades entre as mais ricas do País

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IBGE mostra que a produção de riqueza na Região Metropolitana de Campinas (RMC) cresceu 115% em 2008

A produção de riquezas na Região Metropolitana de Campinas (RMC) cresceu 11,5% em 2008 na comparação com 2007, e chegou a R$ 77,7 bilhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que divulgou sexta-feira o Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios brasileiros. Cada morador da região gerou R$ 29,7 mil, quase o dobro (87%) da média brasileira, que foi de R$ 15,8 mil por habitante naquele ano. Sete cidades da região estão entre os cem maiores PIBs do Brasil.
Campinas aparece no 13º lugar no ranking nacional e subiu quatro pontos em relação à posição que ocupava em 2004; Sumaré também melhorou sua atuação, saindo do 76º lugar em 2004 para o 62º em 2008. Paulínia perdeu posição caindo da 21º para a 63º , enquanto Americana ganhou um ponto saindo do 80º para o 79º lugar. Indaiatuba caiu do 85º para 96 º lugar. Hortolândia e Vinhedo, que não apareciam entre os cem maiores PIBs do país em 2004, ocupam agora a 94º e 99º posição, respectivamente.
O setor de serviços é o maior produtor de riquezas na região, segundo a pesquisa IBGE, com R$ 38,2 bilhões em valor adicionado, seguido da indústria com R$ 23,2 bilhões. Campinas (14º), Paulínia (65º), Americana (77º Hortolândia (78º) e Sumaré (89º) estão entre os cem municípios que mais adicionaram valor no setor de serviços no País. Na indústria, Campinas ocupa a 14º posição, Paulínia a 57º, Americana a 65º , Indaiatuba a 78º e Vinhedo a 99º.
Os serviços representam 49% do PIB regional. Para o pesquisador do Núcleo de Economia Social, Urbana e Regional (Nesur) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ulysses Semeghini, o crescimento desse setor é uma tendência mundial e tem como base, especialmente, a terceirização. “Antes as indústrias faziam tudo. Suas faxineiras, seu pessoal de segurança, de cozinha eram serviços próprios, que entravam como atividade da indústria. Agora esses serviços foram terceirizados e o setor cresceu muito”, disse. Puxa também o peso para o setor de serviços a área de saúde, que é forte na região.

(Fonte: Cosmo On Line)

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